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Estadias de Março a Novembro desde AOA 105000 por quarto duplo luxo e noite com pequeno-almoço incluído

Hotel de Convenções de Talatona

Em Angola, a sul de Luanda, com excelentes acessos ao aeroporto, surgiu o primeiro hotel de 5 estrelas de Luanda.

Excepcional, chique e emocionante, o Hotel de Convenções de Talatona e as suas luxuosas vilas estão integrados no complexo Centro de Convenções de Talatona e no Centro Internacional de Feiras, este último ainda em fase de acabamento

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Angola

Things to do - general

Angola situa-se na costa atlântica Sul da África Ocidental, entre a Namíbia e o Congo. Também faz fronteira com a República Democrática do Congo e a Zâmbia, a oriente. O país está dividido entre uma faixa costeira árida, que se estende desde a Namíbia chegando praticamente até Luanda (sua maior cidade e capital), um planalto interior úmido, uma savana seca no interior sul e sudeste, e floresta tropical no norte e em Cabinda. O rio Zambeze e vários afluentes do rio Congo têm as suas nascentes em Angola. A faixa costeira é temperada pela corrente fria de Benguela, originando um clima semelhante ao da costa do Peru ou da Baixa Califórnia. Existe uma estação das chuvas curta, que vai de Fevereiro a Abril. Os verões são quentes e secos, os invernos são temperados. As terras altas do interior têm um clima suave com uma estação das chuvas de Novembro a Abril, seguida por uma estação seca, mais fria, de Maio a Outubro. As altitudes variam bastante, encontrando-se as zonas mais interiores entre os 1.000 e os 2.000 metros. As regiões do norte e Cabinda têm chuvas ao longo de quase todo o ano. A maioria dos rios de Angola nasce no planalto do Bié, os principais são: rio Cuanza, rio Cuango, rio Cuando, rio Cubango e rio Cunene.

Apesar da maior parte da população viver em pobreza, o país é o segundo maior produtor de petróleo e exportador de diamante da África Subsaariana. Em 2000 foi assinado um acordo de paz com a FLEC (Frente de Libertação do Enclave de Cabinda), uma guerrilha que luta pela secessão de Cabinda e que ainda está ativa. Daquela região sai aproximadamente 65% do petróleo de Angola.

História

O nome Angola deriva da palavra bantu N’gola, título dos governantes de uma região situada a leste da hoje capital Luanda, no século XVI, época na qual começou a o estabelecimento de entrepostos comerciais da região pelos portugueses. A ocupação efetiva deu-se após o Ultimato Britânico.
Foi uma colônia portuguesa até 1975, ano em que o país ganhou sua independência. Durante a ocupação filipina de Portugal, os holandeses procuraram desapossar os portugueses desta região, ocupando Luanda e outros pontos estratégicos do litoral (Benguela, Santo António do Zaire, as barras do Bengo e do Cuanza). Em 1648, o luso-brasileiro Salvador Correia de Sá reuniu no Rio de Janeiro uma grande expedição, com uma frota de quinze navios e cerca de dois mil homens, que expulsou os holandeses para contentamento tanto dos portugueses como dos colonos do Brasil. No século XX Angola não conheceu a paz desde 1961 até 2002, primeiro em virtude da luta contra o domínio colonial português, depois como consequência da guerra civil que eclodiu em 1975 entre os principais partidos de Angola, os anteriores movimentos de libertação. O poder político manteve-se na posse do Movimento Popular de Libertação de Angola desde 1975, embora o partido da oposição União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) tenha dominado parte do território até ao fim da última guerra civil.

Clima

Angola, apesar de se localizar numa zona tropical tem um clima que não é caracterizado por aquela condição, devido à confluência de três fatores:
1. A corrente fria de Benguela ao longo da parte sul da costa;
2. O relevo no interior;
3. Influência do deserto do Namibe, a sudeste.

Em consequência, o clima de Angola é caracterizado por duas estações, a das chuvas, de Outubro a Abril e a do cacimbo, de Maio a Agosto, mais seca e com temperaturas mais baixas. Por outro lado, enquanto a orla costeira apresenta elevados índices de pluviosidade, que vão decrescendo de Norte para Sul, e dos 800 mm para os 50 mm, com temperaturas médias anuais acima dos 23ºC, a zona do interior, pode ser dividida em três áreas:
1. Norte, com grande pluviosidade e temperaturas altas;
2. Planalto Central, com uma estação seca e temperaturas médias da ordem dos 19ºC;
3. Sul com amplitudes térmicas bastante acentuadas devido à proximidade do deserto do Kalahari e à influência de massas de ar tropical.

O que ver?

Luanda é revestida de belas construções e qualificada como a cidade mais povoada de Angola. A Ilha do Cabo (10min da Marginal), reúne com frequência banhistas, fregueses e turistas que procuram refrescar-se nas águas quentes e experimentar as iguarias dos mais diversos restaurantes à beira-mar. As casas noturnas, os centros culturais e recreativos em vários pontos da cidade animam e aquecem as noites dos viajantes.

Seguindo para o sul, nos arredores da cidade, além do encanto natural da Baía do Mussulo, a beleza exótica do Miradouro da Lua e da foz do rio Kwanza constituem atrativos ímpares e obrigatórios para os apreciadores dos grandes cenários naturais.

Do outro lado da Baía de Luanda, está a Ilha do Mussulo, cercada por uma série de pequenas ilhas. No Mussulo, o visitante tem duas opções:
– do lado continental do Mussulo, as águas calmas são ideais para a prática de esportes aquáticos;
– do lado oceânico, pode aproveitar o mar de água limpa, mais agitado, que bate numa praia de areia branca e quase deserta, habitada apenas por pescadores nativos.

O embarque faz-se nos clubes da Ilha de Luanda. Os vários complexos turísticos possuem embarcações de transporte gratuito. Existem ainda As Palmeirinhas (a sul de Luanda) com ondas mais pronunciadas e com uma formação de falésias que permite uma bela vista do mar principalmente no pôr-do-sol.

Os museus da cidade e as igrejas muitas delas de origem seiscentista enobrecem o mundo cultural, natural e religioso.

Dentre os Monumentos, os principais e os que valem visita são:

– A igreja da Nazaré
– Ruínas de Massangano
– As ruínas de Quicombo
– As ruínas de Cambambe
– Monumento do Kinaxixe
– O Forte de São Pedro da Barra
– A Fortaleza de São Miguel
– Monumento Rainha Jinga Mbandi: A incrível História da Rainha Jinga Mbandi, D. Ana de Sousa, está escrita no livro História Geral das Guerras Angolanas
– Forte de Cabatuquila
– Ruínas de Duque de Bragança
– Igreja Metodista Unida: Em Quéssua situada em Poço da Sé Catedral na Igreja Católica Central
– Antigo Palácio na Cidade de Malanje: Situado em Manivela (mais antiga no Bairro da Quizanga)
– Cristo Rei: Construído entre 1945 e 1950, fica situado na Ponta do Lubango
– Monumento da Batalha do Quifangondo
– Monumento da Independência

Línguas

O português é a única língua oficial de Angola, além de numerosos dialetos, Angola possui mais de vinte línguas nacionais. A língua mais usada em Angola, depois do português, é o umbundo, falado na região centro-sul de Angola e em muitos meios urbanos. É língua materna de 26% dos angolanos.
O quimbundo (ou kimbundu) é a terceira língua nacional mais falada (20%), com incidência particular na zona centro-norte, no eixo Luanda-Malanje e no Kwanza-Sul. É uma língua com grande relevância, por ser a língua da capital e do antigo reino dos N’gola. Foi esta língua que deu muitos vocábulos à língua portuguesa e vice-versa. O quicongo (ou kikongo) falado no norte, (Uíge e Zaire) tem diversos dialectos. Era a língua do antigo Reino do Congo. Ainda nesta região, na província de Cabinda, fala-se o fiote ou ibinda. O chocué (ou tchokwe) é a língua do leste, por excelência. Têm-se sobreposto a outras da zona leste e é, sem dúvida, a que teve maior expansão pelo território da atual Angola. Desde a Lunda Norte ao Cuando Cubango. Cuanhama (kwanyama ou oxikwnyama), nhaneca (ou nyaneca) e Umbundo são outras línguas de origem bantu faladas em Angola. No sul de Angola são ainda faladas outras línguas do grupo khoisan, faladas pelos san, também chamados bosquímanos (família de grupos étnicos existentes na região sudoeste da África, que partilham algumas características físicas e linguísticas).

Embora as línguas nacionais sejam as línguas maternas da maioria da população, o português é a primeira língua de 30% da população angolana (proporção que se apresenta muito superior na capital do país) enquanto 60% dos angolanos afirmam usá-la como primeira ou segunda língua.

Dança

Em Angola, a dança distingue diversos gêneros, significados, formas e contextos, equilibrando a vertente recreativa com a sua condição de veículo de comunicação religiosa, curativa, ritual e mesmo de intervenção social. Não se restringindo ao âmbito tradicional e popular, manifesta-se igualmente através de linguagens acadêmicas e contemporâneas.
A presença constante da dança no quotidiano, é produto de um contexto cultural apelativo para a interiorização de estruturas rítmicas desde cedo. Iniciando-se pelo estreito contacto da criança com os movimentos da mãe (às costas da qual é transportada), esta ligação é fortalecida através da participação dos jovens nas diferentes celebrações sociais (os jovens são os que mais se envolvem), onde a dança se revela determinante enquanto fator de integração e preservação da identidade e do sentimento comunitário.
Depois de vários séculos de colonização portuguesa, Angola acabou por também sofrer misturas com outras culturas atualmente presentes no Brasil, Moçambique e Cabo Verde. Com isto, Angola hoje destaca-se pelos mais diversos estilos musicais, tendo como principais: o Semba (conhecida como umbigada ou dança de roda), o Kuduro (estilo Ragga) e a Kizomba (Festa da Raça).


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